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	<title>construção &#8211; SUMAÚMA</title>
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	<description>Arquitetura &#38; Construção</description>
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	<title>construção &#8211; SUMAÚMA</title>
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		<title>Casa Sustentável</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2020/08/25/casasustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 22:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia. Leia mais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1713 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg" alt="" width="462" height="260" srcset="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg 1280w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-1000x563.jpg 1000w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p>Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia.</p>
<p><a href="https://sumaumarquitetura.com.br/2020/08/25/sutentavelcasa/">Leia mais</a></p>
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		<title>Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 21:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Como tornar uma edificação energeticamente sustentável? Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia. Mas, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1713 aligncenter" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg 1280w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-1000x563.jpg 1000w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Como tornar uma edificação energeticamente sustentável?</p>
<p>Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia.</p>
<p>Mas, o conceito de Eficiência Energética não é tão recente. Ele traz sua origem no conceito vitruviano ou no Triângulo de Vitrúvio inserindo a eficiência energética nos três pilares: firmitas, utilitas y venustas.<br />
Só para deixar claro, consumo de energia ou de recurso hídrico não é sinônimo de aquecimento econômico ou de qualidade de vida.</p>
<p>Da captação da água, desde um manancial, até a sua saída na torneira há consumo de energia.<br />
Segundo dados da SABESP – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, uma torneira pingando lentamente, ou seja, até 40 gotas/min, tem uma perda estimada de 10 litros/dia. Com todo este desperdício, conforme a ONU – Organização das Nações Unidas, de uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável. Já a ANA – Agencia Nacional de Águas comenta que um bilhão de pessoas não têm acesso a água potável no mundo, por viverem em regiões secas ou pelo fato dos rios estarem poluídos. Como consequência, 1,8 milhão de crianças morrem, no mundo, em decorrência de problemas como diarreia e outras doenças provocadas por água suja e más condições de saneamento.<br />
Quanto a energia elétrica, o reajuste, conforme autorização da Aneel, em julho de 2020, teve aumento médio de 4,23%. Se não fosse a pandemia este reajuste seria maior.</p>
<p>Nosso primeiro pensamento é evitar o excesso e reduzir o consumo. Seria, mais ou menos, viver no escuro e ficar sem água. Mas, será que isso é suficiente?<br />
Além dos referenciais normativos pertinentes ao assunto é importante considerar a carta bioclimática do local da edificação, bem como os programas de simulação computacional de desempenho termo energético que permitem uma análise mais real do comportamento dos sistemas construtivos e das tecnologias que serão adotadas na construção.</p>
<p>O momento é de apostar alto nas energias limpas ou energias renováveis, como: fotovoltaica, eólica, energia térmica. E porque não usar e abusar do zoneamento bioclimático brasileiro, tirando partido da ventilação e da iluminação natural, que tem custo zero? E as águas pluviais, porque não utiliza-la? Seu reaproveitamento para fins não potáveis, como: regra de áreas externas, jardins, lavagem de pátios ou mesmo o seu uso nos vasos sanitários adaptado num sistema de reuso traz economia e a pratica de um consumo mais eficiente e consciente.</p>
<p>Alguns itens que podemos explorar numa casa ou um edifício sustentável:<br />
1. Captação e tratamento da água pluviais;<br />
2. Madeira reflorestada ou de demolição;<br />
3. Coletor solar para aquecimento de água;<br />
4. Painel fotovoltaico;<br />
6. Reaproveitamento, caso seja gerado, dos resíduos;<br />
7. Construção a seco;<br />
8. Sistema de Automação inteligente&#8230;</p>
<p>E muito mais! No entanto, tudo isso deve ser rigorosamente avaliado para verificar a viabilidade técnica e econômica e o emprego da tecnologia correta.</p>
<p>Precisamos repensar nossas atitudes e redesenhar nossos hábitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Extrusão de pastas cimentícias</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/extrusao-de-pastas-cimenticias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[A busca por soluções tecnológicas no setor da construção civil, direciona os processos construtivos para melhorar a eficiência produtiva, otimizando os insumos consumidos de forma a gerar menores índices de resíduos e as técnicas de processamentos, de modo a resultar em menor número de acidentes de trabalho. Projeções para o ano de 2050, indicam que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por soluções tecnológicas no setor da construção civil, direciona os processos construtivos para melhorar a eficiência produtiva, otimizando os insumos consumidos de forma a gerar menores índices de resíduos e as técnicas de processamentos, de modo a resultar em menor número de acidentes de trabalho.</p>
<p>Projeções para o ano de 2050, indicam que a população mundial crescerá cerca de 42% e a demanda pelos recursos naturais será cada vez mais intensa. Além desses fatores, o setor construtivo é uma das áreas em que mais g<img decoding="async" class="attachment-266x266 size-266x266 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/pasta-cimenticia-.jpg" alt="" width="266" height="183" />era resíduos, estima-se que para cada metro/metro construído esteja em torno dos 20 a 80% de resíduo gerado. Por certo, grande parte desse parâmetro está atrelado a mão de obra artesanal, no qual o setor tem grande representatividade.</p>
<p>Soluções que visam abordar tecnologia e meio ambiente serão primordiais, visto que o aumento populacional, instigará a necessidade de construir com maior velocidade, com melhores tecnologias e mais sustentável, de modo a reduzir os consumos desenfreados dos recursos naturais e da demanda por infraestrutura. Construir de forma sustentável requer domínio de técnicas, da otimização dos insumos, das matrizes energéticas e na geração de resíduos, sempre visando a melhoria do ambiente construído.</p>
<p>Atualmente, a construção civil é responsável pela extração de 40 a 75% das matérias primas da natureza, que são transformados em materiais de construção. Estudos apontam que a mecanização dos processos construtivos será o ideal para as próximas gerações, atendendo os requisitos técnicos, ambientais e sociais. No entanto, a implantação da tecnologia depende das variáveis culturais, técnicas e locais, como controle rígido no canteiro de obras e capacitação profissional.</p>
<p>Desta forma, respeitando as diversas composições dos materiais cimentícios, suas propriedades físicas e químicas, somados aos desafios da sua utilização em  impressoras 3D, há um potencial de extrusão de composições cimentícias, substituindo o teor de cimento em até 50% por <em>filler calcário</em> – o efeito <em>filler</em> tem como objetivo melhorar o empacotamento de partículas do sistema, potencializando suas propriedades, tanto no estado fresco, quanto no estado endurecido. Linhas de pesquisas no Brasil e no exterior estudam utilizar resíduos de concreto, afim de reduzir os impactos ambientais causados pela indústria de cimento, que atualmente é responsável por cerca de 7% das emissões globais de CO<sub>2</sub>. Os resultados podem chegar em reduções significativas no consumo de cimento, na geração de resíduos e nas emissões de CO<sub>2</sub> associadas à produção de cimento.</p>
<p><em>Heitor Montefusco Bernardo é engenheiro civil pela Universidade Brasil.</em></p>
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		<title>Resíduo cinza da construção civil</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/residuo-cinza-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento sustentável se tornou um grande desafio para a indústria da construção civil. O setor é responsável pelo consumo de uma grande quantidade de recursos naturais e por grande parte dos impactos ambientais negativos com a geração de resíduos sólidos. Estatísticas apontam que no Brasil as perdas com os insumos da construção, totalizam cerca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1582 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/residuo-cinza_ed.jpg" alt="" width="327" height="180" />O desenvolvimento sustentável se tornou um grande desafio para a indústria da construção civil. O setor é responsável pelo consumo de uma grande quantidade de recursos naturais e por grande parte dos impactos ambientais negativos com a geração de resíduos sólidos. Estatísticas apontam que no Brasil as perdas com os insumos da construção, totalizam cerca de 40% a 70%.</p>
<p>No entanto, uma das alternativas promissoras para a redução dos impactos ambientais e do consumo de recursos naturais é o uso do agregado reciclado ou resíduo da construção civil – RCC. A Resolução CONAMA nº 307 – Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 5 de julho de 2002, que entrou em vigor em 2 de janeiro de 2003, estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações necessárias de forma a minimizar os impactos ambientais. Também comenta que os geradores devem ter como <em>objetivo prioritário a não geração de resíduos</em> e, secundariamente, a redução, reutilização, reciclagem e destinação final. Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares, em áreas de bota-fora, encostas, corpos d&#8217;água, lotes vagos ou áreas protegidas por lei.</p>
<p>Outro aspecto relevante da Resolução é o estabelecimento e a execução de um Plano Integrado de Gerenciamento de RCC &#8211; PGRCC, cabendo aos Municípios e Distrito Federal, buscar soluções para o gerenciamento dos pequenos volumes de resíduos, bem como o disciplinamento da ação dos agentes envolvidos com os grandes volumes.</p>
<p>A Resolução contribui para que o setor da construção civil tenha mais interesse pela utilização do resíduo cinza; prática que já pode ser vista em várias cidades brasileiras. Após o seu beneficiamento, este resíduo é transformado em materiais diversos, como: blocos, pisos e outras peças para acabamentos. Pode ser utilizado na própria obra ou comercializado, uma vez que, o material reciclado, apresenta um custo menor quando comparado ao mesmo material produzido por matéria-prima não reciclada. A única restrição, quanto ao seu uso, é que, o material proveniente do resíduo cinza, não deve ser usado estruturalmente.</p>
<p>O aproveitamento dos resíduos, provenientes da construção civil ou de demolição, como agregados ou como materiais para acabamentos, deve ser uma das ações a serem incluídas nas práticas construtivas. Pois, visa a sustentabilidade, proporciona economia de recursos naturais, energia e minimização do impacto ao meio. Os ganhos podem ser extremamente benéficos, técnica e economicamente.</p>
<p><em>Ana Maria Santos de Souza é engenheira civil pela Universidade Brasil.</em></p>
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		<title>Bloco intertravado convencional e reciclado</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/bloco-intertravado-convencional-e-reciclado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON, 2018), as primeiras reutilizações significativas dos resíduos de obras foram registradas após a Segunda Guerra Mundial, no intuito de reconstruir as cidades europeias e japonesas, que tiveram as suas edificações quase que totalmente destruídas. Pela escassez de matéria-prima, pela vasta quantidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON, 2018), as primeiras reutilizações significativas dos resíduos de obras foram registradas após a Segunda Guerra Mundial, no intuito de reconstruir as cidades europeias e japonesas, que tiveram as suas edificações quase que totalmente destruídas.</p>
<p>Pela escassez de matéria-prima, pela vasta quantidade de escombros dentro das cidades e pela necessidade de reconstruí-las foram criados métodos de reutilização e reciclagem de resíduos, visando a produção de agregados que tinham como objetivo atender a demanda da reconstrução das cidades na época.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1580 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/bloco-intertravado.jpg" alt="" width="321" height="232" /></p>
<p>Embora essas técnicas tenham sido de suma importância para a reconstrução da Europa e de outras localidades destruídas pela guerra, elas não foram tão difundidas como deveriam, principalmente em países periféricos como o Brasil.</p>
<p>Os pisos intertravados são blocos pré-moldados encaixados um ao lado do outro se comportando como uma camada flexível e única por causa do intertravamento. Fácil de instalar e de ser substituído, permitem uma manutenção rápida e de baixo custo. Substitui os paralelepípedos comuns, que apresentam uma instalação mais complexa por exigir uma mão de obra mais especializada.</p>
<p>O piso intertravado convencional é produzido de matéria prima extraída da natureza – areia de rio, areia de pedra, pó de pedra, aditivos, pigmentos, pedrisco e o cimento CP V de alta resistência e cura imediata. Como alternativa a esse bloco convencional temos os pisos intertravados reciclados, que são fabricados de Resíduos da Construção (RCC) e Demolição (RCD), sendo eles compostos de areia reciclada, pedrisco reciclado e o cimento CP V de alta resistência e cura imediata.</p>
<p>Os materiais usados na produção dos intertravados ou, como são também conhecidos bloquetes ou simplesmente intertravados, devem obedecer aos parâmetros das normas brasileiras  ABNT NBR 9781: 2013 – Peças de concreto para pavimentação – Especificações e Métodos de Ensaio e ABNT NBR 15953: 2011 – Pavimento Intertravado com peças de concreto – Execução.</p>
<p>Atualmente, a busca por alternativas para reduzir o consumo dos recursos naturais ainda é um desafio para a construção civil. Tendo em vista esse aspecto, há viabilidade técnico-econômica e ambiental quanto ao uso de RCC e RCD, na formulação de concretos secos aplicados na produção de peças pré-moldadas, com ênfase na formulação de blocos intertravados para a pavimentação de ruas e calçadas. Muito embora este tipo de intertravado tenha a sua aplicação restrita às áreas de baixo tráfego como calçadas, devido ao alto desgaste abrasivo da peça.</p>
<p>No entanto, é de suma importância a confecção deste tipo de revestimento, quando à sua produção é incorporado uma matéria-prima sem a necessidade de seu descarte, conforme protagoniza a lei 12.305/10.</p>
<p><em>José Carleandro e Tiago Matos são engenheiros civis pela Universidade Brasil. </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visão sistêmica na construção civil</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/visao-sistemica-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:37:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Capacidade de enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o forma Essa visão é indispensável para qualquer processo dentro de um projeto. É a “chave” para abrir a mente de todo profissional, em qualquer área, principalmente na engenharia civil, onde essa deveria ser apreciada e executada com mais ênfase. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1583" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/visao-sistemica-.jpg" alt="" width="501" height="215" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Capacidade de enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o forma<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">Essa visão é indispensável para qualquer processo dentro de um projeto. É a “chave” para abrir a mente de todo profissional, em qualquer área, principalmente na engenharia civil, onde essa deveria ser apreciada e executada com mais ênfase.</p>
<p>Um projeto de engenharia civil envolve diversas disciplinas, desde a ideia inicial do projeto, ainda no papel, à sua execução. Sendo necessário o envolvimento de uma equipe de profissionais multidisciplinar e integrada.</p>
<p>Com o avanço da tecnologia e o surgimento de softwares facilitadores, o envolvimento dos profissionais deve ser mais amplo e ágil. Tendo como resultado um aprimoramento qualitativo e com maior eficácia na execução de suas tarefas. Mesmo assim, ainda são perceptíveis falhas em todo o ciclo de processo a ser analisado e executado. Cada fase requer uma gestão focada no desenvolvimento de ações, soluções, economia e qualidade.</p>
<p>A ausência dessa percepção pode resultar em constantes problemas como: atraso na entrega dos serviços, desperdícios na obra, entre outros. Esses erros podem se manifestar em situações isoladas ou evoluírem para uma “avalanche” de problemas. Esta visão, resulta na redução dos problemas, elevando a qualidade das obras executadas.</p>
<p>A aplicação da visão sistêmica, pode ocorrer em qualquer processo, mas, principalmente na construção civil, é não desprezar o óbvio, porque, às vezes, no óbvio está a causa raiz. Os resultados saem do triangulo da gestão de projeto &#8211; <em>Prazo de entrega, Custo, Material. </em>Cada projeto começa a ser executado e avaliado de maneira sistêmica, ao ponto do mesmo triangulo trazer novos conhecimentos para uma obra seguinte, onde o foco da visão sistêmica é minimizar os problemas e maximizar os processos.</p>
<p>Elevando o conceito de pensar para frente, sair da zona de conforto, agir e buscar inovações.</p>
<p><em>Aline Lopes da Silva é engenheira civil pela Universidade Brasil. </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arborização, sustentabilidade urbana e saúde</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2018/07/17/arborizacao-sustentabilidade-urbana-e-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[William Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 15:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[arborização]]></category>
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		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas. As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde física e mental, na diminuição da pressão arterial e do estresse urbano.</p>
<p>Levando em consideração este vínculo entre saúde e arborização, pesquisadores americanos, canadenses e australianos quantificaram na medida em que as áreas verdes urbanas contribuem para melhorar a saúde. Os resultados publicados na revista “<em>Scentific Reports</em>” do grupo Nature (09 de julho de 2015), mostraram que as áreas urbanas verdes não somente fazem com que as pessoas que moram em sua vizinhança tenham uma melhor percepção da saúde, mas também reduzem o número de patologias de origem cardiovascular e metabólica, como a hipertensão e a obesidade.</p>
<p>Os estudos realizados na cidade de Toronto (Canadá) mostraram, por exemplo, que ter em média mais de 10 árvores em um quarteirão melhora a percepção da saúde de forma comparável a um aumento na renda pessoal anual de 10 mil dólares.</p>
<p>Embora o estudo não identifique os mecanismos pelos quais as árvores produzem estes benefícios, os autores acreditam que a melhoria da qualidade do ar nas zonas mais arborizadas e a capacidade potencial de reduzir o estresse e de promover a atividade física poderiam ser fatores que contribuem para melhoria da saúde.</p>
<p>O estudo é mais um forte argumento da importância da arborização urbana na melhoria da qualidade de vida, e aponta para a necessidade de uma adequada política pública na gestão dessas áreas verdes. Os espaços arborizados produzirão efeitos positivos desde que as árvores recebam manutenção regular como as podas que levem em consideração a segurança, a saúde das plantas e a questão estética, pois o verde da natureza, suas flores e frutos, tornam o ambiente mais agradável e contribuem para melhorar a sensação de bem-estar das pessoas.</p>
<p>Por outro lado, a concepção de arborização urbana deve estar ligada com a perspectiva de complementação do ambiente natural do entorno da cidade, ou seja, as espécies plantadas e mantidas devem estar em harmonia com o ecossistema em que o meio urbano está inserido. Num país de grandes dimensões como o Brasil, com diversos biomas, o plantio não deve levar em consideração o fato da árvore ser brasileira, pois uma árvore típica da floresta amazônica plantada na cidade de São Paulo, localizada em meio à mata atlântica, terá efeitos tão negativos como se fossem de outras regiões do globo.</p>
<p><em>Reinaldo Dias é professor universitário, mestre em Ciência Política, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp e especialista em Ciências Ambientais. </em></p>
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