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	<title>arborização &#8211; SUMAÚMA</title>
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	<description>Arquitetura &#38; Construção</description>
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		<title>Hortas Urbanas mudam a paisagem das cidades e pessoas</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2020/07/17/hortas-urbanas-mudam-a-paisagem-das-cidades-e-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 18:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Historicamente as hortas comunitárias deram origem a agricultura. Você deve estar pensando, até aqui nenhuma novidade. Recentemente foi divulgado o relatório realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura ou Food and Agriculture Organization of the United Nations &#8211; FAO, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola &#8211; FIDA, Organização Mundial da Saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente as hortas comunitárias deram origem a agricultura. Você deve estar pensando, até aqui nenhuma novidade. Recentemente foi divulgado o relatório realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura ou Food and Agriculture Organization of the United Nations &#8211; FAO, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola &#8211; FIDA, Organização Mundial da Saúde &#8211; OMS, Programa Mundial de Alimentos-WFP e Fundo das Nações Unidas para a Infância &#8211; UNICEF que, até 2030, a fome poderá chegar a aproximadamente 67 milhões de pessoas somente na América Latina e Caribe.</p>
<p>Porém, os impactos negativos são maiores quando acontecimentos globais como a COVID-19 apresentam uma perspectiva de que 83,4 milhões de pessoas passarão fome ainda em 2020. O mesmo relatório acrescenta que o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2: fome zero e agricultura sustentável não será alcançado.<img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1660 aligncenter" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-2.jpg" alt="" width="400" height="277" /></p>
<p>E o desperdício de alimentos? De acordo com dados da FAO, em 2019, cerca de 1,3 bilhões de toneladas são desperdiçadas no planeta e nossa contribuição nesta imensa fatia está em cerca de 26,3 milhões de toneladas por ano de alimentos desperdiçados. Infelizmente, estes são alguns resultados negativos e tristes.</p>
<p>E o que podemos fazer?? Podemos fazer a nossa parte.</p>
<p>A horta comunitária pode ser realizada por um pequeno grupo de pessoas de um mesmo bairro ou por cooperativas de alimentos. Frequentemente ocorrem em espaços relativamente pequenos. Porém, sua composição estabelece um importante papel na paisagem urbana quando espaços ociosos, são ou deveriam ser ocupados pelas hortas urbanas evitando a sua degradação como depósito de lixo e, consequente, proliferação de insetos e animais e com a sua desvalorização.</p>
<p>Se hortas comunitárias deram origem a agricultura, podemos dizer que através do uso racional de espaços ociosos na cidade as hortas comunitárias, também deram origem às hortas urbanas.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-1661 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-3-1500x996.jpg" alt="" width="290" height="203" /></p>
<p>Não é novidade a pratica das hortas urbanas em vários países, inclusive no Brasil. Além de fortalecer a agricultura, redesenha grandes espaços urbanos ociosos, como por exemplo a High Line Park em Nova York (Estados Unidos) ou espaços públicos e privados em Vancouver (Canadá), cuja prática torna-se um instrumento de Política Pública Alimentar. Em Paris, a Nature Urbaine, recentemente inaugurada para ser a maior horta urbana do mundo com 14 mil metros quadrados, é sobre os telhados do Parque de Exposições de Versalhes; já em Hong Kong, a horta comunitária Value Farm foi implantada numa antiga fábrica, bem como as hortas em estações de trem no Japão.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-1664 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Cadeirante-canteiro.jpg" alt="" width="334" height="185" />No Brasil temos várias hortas em São Paulo, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre. Temos projetos inovadores em São Paulo, como a primeira fazenda vertical urbana as margens da Marginal do Rio Tietê e outas valiosas iniciativas neste segmento.</p>
<p>E porque não implantar esta ideia naquele espaço esquecido no seu prédio ou na sua casa. As coberturas ou telhados ou os canteiros verdes, não são os pintados de verde, podem além de sustentar a mesa, reduzir as ilhas de calor, trazendo conforto térmico e acústico, eliminando o condicionamento de ar e resgatando a flora regional com a atração de pássaro e insetos polinizadores. Bem, podemos listar vários benefícios tanto para as hortas como para as coberturas verdes e para a vida.</p>
<p>Não importa se é uma horta urbana ou comunitária ou uma cobertura verde a sua contribuição além de alimentar o corpo, alimenta a alma. Proporcionam um maior convívio social, um importante instrumento pedagógico com a prática da educação ambiental, fortalecem a saúde, a sustentabilidade do meio, gerando emprego, renda e economia, que facilitam ainda o escoamento das águas pluviais e muito mais.<img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1667 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-5-Ed-667x1000.jpg" alt="" width="208" height="322" /></p>
<p>Consuma e compre somente o necessário, não desperdice, poupe os recursos naturais, respeite quem planta e colhe para garantir que o alimento chegue na nossa mesa.</p>
<p>E o que conta&#8230;? Nossa contribuição para um planeta melhor e sustentável.</p>
<p><strong><em>Ana Paula Capuano</em></strong><em> é arquiteta, mestranda em Ciências Ambientais com ênfase em construções sustentáveis. P</em><em>rojeta edificações eficientes, sustentáveis e com acessibilidade.</em></p>
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		<title>Arborização, sustentabilidade urbana e saúde</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2018/07/17/arborizacao-sustentabilidade-urbana-e-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[William Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 15:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas. As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde física e mental, na diminuição da pressão arterial e do estresse urbano.</p>
<p>Levando em consideração este vínculo entre saúde e arborização, pesquisadores americanos, canadenses e australianos quantificaram na medida em que as áreas verdes urbanas contribuem para melhorar a saúde. Os resultados publicados na revista “<em>Scentific Reports</em>” do grupo Nature (09 de julho de 2015), mostraram que as áreas urbanas verdes não somente fazem com que as pessoas que moram em sua vizinhança tenham uma melhor percepção da saúde, mas também reduzem o número de patologias de origem cardiovascular e metabólica, como a hipertensão e a obesidade.</p>
<p>Os estudos realizados na cidade de Toronto (Canadá) mostraram, por exemplo, que ter em média mais de 10 árvores em um quarteirão melhora a percepção da saúde de forma comparável a um aumento na renda pessoal anual de 10 mil dólares.</p>
<p>Embora o estudo não identifique os mecanismos pelos quais as árvores produzem estes benefícios, os autores acreditam que a melhoria da qualidade do ar nas zonas mais arborizadas e a capacidade potencial de reduzir o estresse e de promover a atividade física poderiam ser fatores que contribuem para melhoria da saúde.</p>
<p>O estudo é mais um forte argumento da importância da arborização urbana na melhoria da qualidade de vida, e aponta para a necessidade de uma adequada política pública na gestão dessas áreas verdes. Os espaços arborizados produzirão efeitos positivos desde que as árvores recebam manutenção regular como as podas que levem em consideração a segurança, a saúde das plantas e a questão estética, pois o verde da natureza, suas flores e frutos, tornam o ambiente mais agradável e contribuem para melhorar a sensação de bem-estar das pessoas.</p>
<p>Por outro lado, a concepção de arborização urbana deve estar ligada com a perspectiva de complementação do ambiente natural do entorno da cidade, ou seja, as espécies plantadas e mantidas devem estar em harmonia com o ecossistema em que o meio urbano está inserido. Num país de grandes dimensões como o Brasil, com diversos biomas, o plantio não deve levar em consideração o fato da árvore ser brasileira, pois uma árvore típica da floresta amazônica plantada na cidade de São Paulo, localizada em meio à mata atlântica, terá efeitos tão negativos como se fossem de outras regiões do globo.</p>
<p><em>Reinaldo Dias é professor universitário, mestre em Ciência Política, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp e especialista em Ciências Ambientais. </em></p>
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