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	<title>Artigos &#8211; SUMAÚMA</title>
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	<description>Arquitetura &#38; Construção</description>
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	<title>Artigos &#8211; SUMAÚMA</title>
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		<title>Casa Sustentável</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2020/08/25/casasustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 22:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia. Leia mais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1713 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg" alt="" width="462" height="260" srcset="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1.jpg 1280w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-1000x563.jpg 1000w, https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casa-sustentavel-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p>Quando falamos em edificações com eficiência energética e ambientalmente sustentável, não podemos deixar de considerar a dualidade hídrico energética, pois há uma sinergia, conservação e uso consciente, entre a água e a energia, mesmo porque o ambiente construído tem uma relação direta com o consumo de energia.</p>
<p><a href="https://sumaumarquitetura.com.br/2020/08/25/sutentavelcasa/">Leia mais</a></p>
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		<title>Hortas Urbanas mudam a paisagem das cidades e pessoas</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2020/07/17/hortas-urbanas-mudam-a-paisagem-das-cidades-e-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 18:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Historicamente as hortas comunitárias deram origem a agricultura. Você deve estar pensando, até aqui nenhuma novidade. Recentemente foi divulgado o relatório realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura ou Food and Agriculture Organization of the United Nations &#8211; FAO, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola &#8211; FIDA, Organização Mundial da Saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente as hortas comunitárias deram origem a agricultura. Você deve estar pensando, até aqui nenhuma novidade. Recentemente foi divulgado o relatório realizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura ou Food and Agriculture Organization of the United Nations &#8211; FAO, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola &#8211; FIDA, Organização Mundial da Saúde &#8211; OMS, Programa Mundial de Alimentos-WFP e Fundo das Nações Unidas para a Infância &#8211; UNICEF que, até 2030, a fome poderá chegar a aproximadamente 67 milhões de pessoas somente na América Latina e Caribe.</p>
<p>Porém, os impactos negativos são maiores quando acontecimentos globais como a COVID-19 apresentam uma perspectiva de que 83,4 milhões de pessoas passarão fome ainda em 2020. O mesmo relatório acrescenta que o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2: fome zero e agricultura sustentável não será alcançado.<img decoding="async" class="wp-image-1660 aligncenter" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-2.jpg" alt="" width="400" height="277" /></p>
<p>E o desperdício de alimentos? De acordo com dados da FAO, em 2019, cerca de 1,3 bilhões de toneladas são desperdiçadas no planeta e nossa contribuição nesta imensa fatia está em cerca de 26,3 milhões de toneladas por ano de alimentos desperdiçados. Infelizmente, estes são alguns resultados negativos e tristes.</p>
<p>E o que podemos fazer?? Podemos fazer a nossa parte.</p>
<p>A horta comunitária pode ser realizada por um pequeno grupo de pessoas de um mesmo bairro ou por cooperativas de alimentos. Frequentemente ocorrem em espaços relativamente pequenos. Porém, sua composição estabelece um importante papel na paisagem urbana quando espaços ociosos, são ou deveriam ser ocupados pelas hortas urbanas evitando a sua degradação como depósito de lixo e, consequente, proliferação de insetos e animais e com a sua desvalorização.</p>
<p>Se hortas comunitárias deram origem a agricultura, podemos dizer que através do uso racional de espaços ociosos na cidade as hortas comunitárias, também deram origem às hortas urbanas.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-1661 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-3-1500x996.jpg" alt="" width="290" height="203" /></p>
<p>Não é novidade a pratica das hortas urbanas em vários países, inclusive no Brasil. Além de fortalecer a agricultura, redesenha grandes espaços urbanos ociosos, como por exemplo a High Line Park em Nova York (Estados Unidos) ou espaços públicos e privados em Vancouver (Canadá), cuja prática torna-se um instrumento de Política Pública Alimentar. Em Paris, a Nature Urbaine, recentemente inaugurada para ser a maior horta urbana do mundo com 14 mil metros quadrados, é sobre os telhados do Parque de Exposições de Versalhes; já em Hong Kong, a horta comunitária Value Farm foi implantada numa antiga fábrica, bem como as hortas em estações de trem no Japão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1664 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Cadeirante-canteiro.jpg" alt="" width="334" height="185" />No Brasil temos várias hortas em São Paulo, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre. Temos projetos inovadores em São Paulo, como a primeira fazenda vertical urbana as margens da Marginal do Rio Tietê e outas valiosas iniciativas neste segmento.</p>
<p>E porque não implantar esta ideia naquele espaço esquecido no seu prédio ou na sua casa. As coberturas ou telhados ou os canteiros verdes, não são os pintados de verde, podem além de sustentar a mesa, reduzir as ilhas de calor, trazendo conforto térmico e acústico, eliminando o condicionamento de ar e resgatando a flora regional com a atração de pássaro e insetos polinizadores. Bem, podemos listar vários benefícios tanto para as hortas como para as coberturas verdes e para a vida.</p>
<p>Não importa se é uma horta urbana ou comunitária ou uma cobertura verde a sua contribuição além de alimentar o corpo, alimenta a alma. Proporcionam um maior convívio social, um importante instrumento pedagógico com a prática da educação ambiental, fortalecem a saúde, a sustentabilidade do meio, gerando emprego, renda e economia, que facilitam ainda o escoamento das águas pluviais e muito mais.<img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1667 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Vancouver-urban-garden-5-Ed-667x1000.jpg" alt="" width="208" height="322" /></p>
<p>Consuma e compre somente o necessário, não desperdice, poupe os recursos naturais, respeite quem planta e colhe para garantir que o alimento chegue na nossa mesa.</p>
<p>E o que conta&#8230;? Nossa contribuição para um planeta melhor e sustentável.</p>
<p><strong><em>Ana Paula Capuano</em></strong><em> é arquiteta, mestranda em Ciências Ambientais com ênfase em construções sustentáveis. P</em><em>rojeta edificações eficientes, sustentáveis e com acessibilidade.</em></p>
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		<title>Sol que aquece nossa alma, nossa vida e muito mais&#8230;</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/05/19/sol-que-aquece-nossa-alma-nossa-vida-e-muito-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2019 19:51:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto muitas construtoras acham que sustentabilidade é “caro” e continuam em sua zona de conforto projetando e construindo o passado. Felizmente, poucas construtoras praticam a sustentabilidade há muito tempo e consideram o assunto INVESTIMENTO. É o caso de instalação de placas solares fotovoltaicas. Porque não investir? Buscar projetos de arquitetos preocupados de verdade com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto muitas construtoras acham que sustentabilidade é “caro” e continuam em sua zona de conforto projetando e construindo o passado. Felizmente, poucas construtoras praticam a sustentabilidade há muito tempo e consideram o assunto INVESTIMENTO. É o caso de instalação de placas solares fotovoltaicas.</p>
<p>Porque não investir? Buscar projetos de arquitetos preocupados de verdade com a sustentabilidade ou empreendimentos de construtoras que priorizam ações ambientais e ser um micro gerador de energia. Principalmente quando a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica autoriza reajustes nas tarifas das concessionárias de energia, para os consumidores de baixa tensão, ou seja, para o comércio e para a residência.</p>
<p>Você já pensou que o sol está aí e de graça!</p>
<p>Temos um dos maiores potenciais energéticos globais. Conforme o Atlas Brasileiro de Energia Solar do INPE “&#8230; os valores de irradiação solar global incidente em qualquer região do território brasileiro (1500-2500 kWh/m²) são superiores aos da maioria dos países da União Europeia, como Alemanha (900-1250 kWh/m²), França (900-1650 kWh/m²) e Espanha (1200-1850 kWh/m²)&#8230;”</p>
<p>É certo que nestes países há uma política de incentivo para a instalação de placas solares fotovoltaicas. No Brasil, de acordo com a ABSOLAR &#8211; Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica “&#8230; o setor privado e as residências investiram R$1,9 bilhão desde 2012&#8230;”. No entanto nosso atraso ainda é gigante.</p>
<p>São várias as iniciativas e projetos na área de placas solares. De universidades aos vários segmentos da sociedade. De edificações, a veículos 100% elétrico alimentado por energia solar.</p>
<p>É importante que o arquiteto dê esta opção ao seu cliente. É preciso que, não somente em projetos residenciais, mas em qualquer tipo de projeto – comercial, hospitalar, industrial e outros, assim como as instalações de hidráulica e elétrica, a instalação para placa solar seja prevista. Esclarecendo seus custos, mas principalmente a sua viabilidade econômica.</p>
<p>Não importa o seu tamanho faça parte da nossa história!</p>
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		<title>Extrusão de pastas cimentícias</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/extrusao-de-pastas-cimenticias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A busca por soluções tecnológicas no setor da construção civil, direciona os processos construtivos para melhorar a eficiência produtiva, otimizando os insumos consumidos de forma a gerar menores índices de resíduos e as técnicas de processamentos, de modo a resultar em menor número de acidentes de trabalho. Projeções para o ano de 2050, indicam que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por soluções tecnológicas no setor da construção civil, direciona os processos construtivos para melhorar a eficiência produtiva, otimizando os insumos consumidos de forma a gerar menores índices de resíduos e as técnicas de processamentos, de modo a resultar em menor número de acidentes de trabalho.</p>
<p>Projeções para o ano de 2050, indicam que a população mundial crescerá cerca de 42% e a demanda pelos recursos naturais será cada vez mais intensa. Além desses fatores, o setor construtivo é uma das áreas em que mais g<img loading="lazy" decoding="async" class="attachment-266x266 size-266x266 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/pasta-cimenticia-.jpg" alt="" width="266" height="183" />era resíduos, estima-se que para cada metro/metro construído esteja em torno dos 20 a 80% de resíduo gerado. Por certo, grande parte desse parâmetro está atrelado a mão de obra artesanal, no qual o setor tem grande representatividade.</p>
<p>Soluções que visam abordar tecnologia e meio ambiente serão primordiais, visto que o aumento populacional, instigará a necessidade de construir com maior velocidade, com melhores tecnologias e mais sustentável, de modo a reduzir os consumos desenfreados dos recursos naturais e da demanda por infraestrutura. Construir de forma sustentável requer domínio de técnicas, da otimização dos insumos, das matrizes energéticas e na geração de resíduos, sempre visando a melhoria do ambiente construído.</p>
<p>Atualmente, a construção civil é responsável pela extração de 40 a 75% das matérias primas da natureza, que são transformados em materiais de construção. Estudos apontam que a mecanização dos processos construtivos será o ideal para as próximas gerações, atendendo os requisitos técnicos, ambientais e sociais. No entanto, a implantação da tecnologia depende das variáveis culturais, técnicas e locais, como controle rígido no canteiro de obras e capacitação profissional.</p>
<p>Desta forma, respeitando as diversas composições dos materiais cimentícios, suas propriedades físicas e químicas, somados aos desafios da sua utilização em  impressoras 3D, há um potencial de extrusão de composições cimentícias, substituindo o teor de cimento em até 50% por <em>filler calcário</em> – o efeito <em>filler</em> tem como objetivo melhorar o empacotamento de partículas do sistema, potencializando suas propriedades, tanto no estado fresco, quanto no estado endurecido. Linhas de pesquisas no Brasil e no exterior estudam utilizar resíduos de concreto, afim de reduzir os impactos ambientais causados pela indústria de cimento, que atualmente é responsável por cerca de 7% das emissões globais de CO<sub>2</sub>. Os resultados podem chegar em reduções significativas no consumo de cimento, na geração de resíduos e nas emissões de CO<sub>2</sub> associadas à produção de cimento.</p>
<p><em>Heitor Montefusco Bernardo é engenheiro civil pela Universidade Brasil.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resíduo cinza da construção civil</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/residuo-cinza-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento sustentável se tornou um grande desafio para a indústria da construção civil. O setor é responsável pelo consumo de uma grande quantidade de recursos naturais e por grande parte dos impactos ambientais negativos com a geração de resíduos sólidos. Estatísticas apontam que no Brasil as perdas com os insumos da construção, totalizam cerca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1582 alignleft" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/residuo-cinza_ed.jpg" alt="" width="327" height="180" />O desenvolvimento sustentável se tornou um grande desafio para a indústria da construção civil. O setor é responsável pelo consumo de uma grande quantidade de recursos naturais e por grande parte dos impactos ambientais negativos com a geração de resíduos sólidos. Estatísticas apontam que no Brasil as perdas com os insumos da construção, totalizam cerca de 40% a 70%.</p>
<p>No entanto, uma das alternativas promissoras para a redução dos impactos ambientais e do consumo de recursos naturais é o uso do agregado reciclado ou resíduo da construção civil – RCC. A Resolução CONAMA nº 307 – Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 5 de julho de 2002, que entrou em vigor em 2 de janeiro de 2003, estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações necessárias de forma a minimizar os impactos ambientais. Também comenta que os geradores devem ter como <em>objetivo prioritário a não geração de resíduos</em> e, secundariamente, a redução, reutilização, reciclagem e destinação final. Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares, em áreas de bota-fora, encostas, corpos d&#8217;água, lotes vagos ou áreas protegidas por lei.</p>
<p>Outro aspecto relevante da Resolução é o estabelecimento e a execução de um Plano Integrado de Gerenciamento de RCC &#8211; PGRCC, cabendo aos Municípios e Distrito Federal, buscar soluções para o gerenciamento dos pequenos volumes de resíduos, bem como o disciplinamento da ação dos agentes envolvidos com os grandes volumes.</p>
<p>A Resolução contribui para que o setor da construção civil tenha mais interesse pela utilização do resíduo cinza; prática que já pode ser vista em várias cidades brasileiras. Após o seu beneficiamento, este resíduo é transformado em materiais diversos, como: blocos, pisos e outras peças para acabamentos. Pode ser utilizado na própria obra ou comercializado, uma vez que, o material reciclado, apresenta um custo menor quando comparado ao mesmo material produzido por matéria-prima não reciclada. A única restrição, quanto ao seu uso, é que, o material proveniente do resíduo cinza, não deve ser usado estruturalmente.</p>
<p>O aproveitamento dos resíduos, provenientes da construção civil ou de demolição, como agregados ou como materiais para acabamentos, deve ser uma das ações a serem incluídas nas práticas construtivas. Pois, visa a sustentabilidade, proporciona economia de recursos naturais, energia e minimização do impacto ao meio. Os ganhos podem ser extremamente benéficos, técnica e economicamente.</p>
<p><em>Ana Maria Santos de Souza é engenheira civil pela Universidade Brasil.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bloco intertravado convencional e reciclado</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/bloco-intertravado-convencional-e-reciclado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON, 2018), as primeiras reutilizações significativas dos resíduos de obras foram registradas após a Segunda Guerra Mundial, no intuito de reconstruir as cidades europeias e japonesas, que tiveram as suas edificações quase que totalmente destruídas. Pela escassez de matéria-prima, pela vasta quantidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON, 2018), as primeiras reutilizações significativas dos resíduos de obras foram registradas após a Segunda Guerra Mundial, no intuito de reconstruir as cidades europeias e japonesas, que tiveram as suas edificações quase que totalmente destruídas.</p>
<p>Pela escassez de matéria-prima, pela vasta quantidade de escombros dentro das cidades e pela necessidade de reconstruí-las foram criados métodos de reutilização e reciclagem de resíduos, visando a produção de agregados que tinham como objetivo atender a demanda da reconstrução das cidades na época.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1580 alignright" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/bloco-intertravado.jpg" alt="" width="321" height="232" /></p>
<p>Embora essas técnicas tenham sido de suma importância para a reconstrução da Europa e de outras localidades destruídas pela guerra, elas não foram tão difundidas como deveriam, principalmente em países periféricos como o Brasil.</p>
<p>Os pisos intertravados são blocos pré-moldados encaixados um ao lado do outro se comportando como uma camada flexível e única por causa do intertravamento. Fácil de instalar e de ser substituído, permitem uma manutenção rápida e de baixo custo. Substitui os paralelepípedos comuns, que apresentam uma instalação mais complexa por exigir uma mão de obra mais especializada.</p>
<p>O piso intertravado convencional é produzido de matéria prima extraída da natureza – areia de rio, areia de pedra, pó de pedra, aditivos, pigmentos, pedrisco e o cimento CP V de alta resistência e cura imediata. Como alternativa a esse bloco convencional temos os pisos intertravados reciclados, que são fabricados de Resíduos da Construção (RCC) e Demolição (RCD), sendo eles compostos de areia reciclada, pedrisco reciclado e o cimento CP V de alta resistência e cura imediata.</p>
<p>Os materiais usados na produção dos intertravados ou, como são também conhecidos bloquetes ou simplesmente intertravados, devem obedecer aos parâmetros das normas brasileiras  ABNT NBR 9781: 2013 – Peças de concreto para pavimentação – Especificações e Métodos de Ensaio e ABNT NBR 15953: 2011 – Pavimento Intertravado com peças de concreto – Execução.</p>
<p>Atualmente, a busca por alternativas para reduzir o consumo dos recursos naturais ainda é um desafio para a construção civil. Tendo em vista esse aspecto, há viabilidade técnico-econômica e ambiental quanto ao uso de RCC e RCD, na formulação de concretos secos aplicados na produção de peças pré-moldadas, com ênfase na formulação de blocos intertravados para a pavimentação de ruas e calçadas. Muito embora este tipo de intertravado tenha a sua aplicação restrita às áreas de baixo tráfego como calçadas, devido ao alto desgaste abrasivo da peça.</p>
<p>No entanto, é de suma importância a confecção deste tipo de revestimento, quando à sua produção é incorporado uma matéria-prima sem a necessidade de seu descarte, conforme protagoniza a lei 12.305/10.</p>
<p><em>José Carleandro e Tiago Matos são engenheiros civis pela Universidade Brasil. </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visão sistêmica na construção civil</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2019/01/15/visao-sistemica-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 13:37:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Capacidade de enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o forma Essa visão é indispensável para qualquer processo dentro de um projeto. É a “chave” para abrir a mente de todo profissional, em qualquer área, principalmente na engenharia civil, onde essa deveria ser apreciada e executada com mais ênfase. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1583" src="https://sumaumarquitetura.com.br/wp-content/uploads/2019/01/visao-sistemica-.jpg" alt="" width="501" height="215" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Capacidade de enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o forma<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">Essa visão é indispensável para qualquer processo dentro de um projeto. É a “chave” para abrir a mente de todo profissional, em qualquer área, principalmente na engenharia civil, onde essa deveria ser apreciada e executada com mais ênfase.</p>
<p>Um projeto de engenharia civil envolve diversas disciplinas, desde a ideia inicial do projeto, ainda no papel, à sua execução. Sendo necessário o envolvimento de uma equipe de profissionais multidisciplinar e integrada.</p>
<p>Com o avanço da tecnologia e o surgimento de softwares facilitadores, o envolvimento dos profissionais deve ser mais amplo e ágil. Tendo como resultado um aprimoramento qualitativo e com maior eficácia na execução de suas tarefas. Mesmo assim, ainda são perceptíveis falhas em todo o ciclo de processo a ser analisado e executado. Cada fase requer uma gestão focada no desenvolvimento de ações, soluções, economia e qualidade.</p>
<p>A ausência dessa percepção pode resultar em constantes problemas como: atraso na entrega dos serviços, desperdícios na obra, entre outros. Esses erros podem se manifestar em situações isoladas ou evoluírem para uma “avalanche” de problemas. Esta visão, resulta na redução dos problemas, elevando a qualidade das obras executadas.</p>
<p>A aplicação da visão sistêmica, pode ocorrer em qualquer processo, mas, principalmente na construção civil, é não desprezar o óbvio, porque, às vezes, no óbvio está a causa raiz. Os resultados saem do triangulo da gestão de projeto &#8211; <em>Prazo de entrega, Custo, Material. </em>Cada projeto começa a ser executado e avaliado de maneira sistêmica, ao ponto do mesmo triangulo trazer novos conhecimentos para uma obra seguinte, onde o foco da visão sistêmica é minimizar os problemas e maximizar os processos.</p>
<p>Elevando o conceito de pensar para frente, sair da zona de conforto, agir e buscar inovações.</p>
<p><em>Aline Lopes da Silva é engenheira civil pela Universidade Brasil. </em></p>
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		<title>Arborização, sustentabilidade urbana e saúde</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2018/07/17/arborizacao-sustentabilidade-urbana-e-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[William Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 15:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arborização]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas. As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos estudos têm demonstrado que árvores plantadas no ambiente urbano melhoram a qualidade do ar e diminuem os efeitos das altas temperaturas; o conforto térmico percebido pela população proporciona sensação de bem-estar, melhorando a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>As árvores, além de reduzirem a contaminação e as temperaturas elevadas, também contribuem para a saúde física e mental, na diminuição da pressão arterial e do estresse urbano.</p>
<p>Levando em consideração este vínculo entre saúde e arborização, pesquisadores americanos, canadenses e australianos quantificaram na medida em que as áreas verdes urbanas contribuem para melhorar a saúde. Os resultados publicados na revista “<em>Scentific Reports</em>” do grupo Nature (09 de julho de 2015), mostraram que as áreas urbanas verdes não somente fazem com que as pessoas que moram em sua vizinhança tenham uma melhor percepção da saúde, mas também reduzem o número de patologias de origem cardiovascular e metabólica, como a hipertensão e a obesidade.</p>
<p>Os estudos realizados na cidade de Toronto (Canadá) mostraram, por exemplo, que ter em média mais de 10 árvores em um quarteirão melhora a percepção da saúde de forma comparável a um aumento na renda pessoal anual de 10 mil dólares.</p>
<p>Embora o estudo não identifique os mecanismos pelos quais as árvores produzem estes benefícios, os autores acreditam que a melhoria da qualidade do ar nas zonas mais arborizadas e a capacidade potencial de reduzir o estresse e de promover a atividade física poderiam ser fatores que contribuem para melhoria da saúde.</p>
<p>O estudo é mais um forte argumento da importância da arborização urbana na melhoria da qualidade de vida, e aponta para a necessidade de uma adequada política pública na gestão dessas áreas verdes. Os espaços arborizados produzirão efeitos positivos desde que as árvores recebam manutenção regular como as podas que levem em consideração a segurança, a saúde das plantas e a questão estética, pois o verde da natureza, suas flores e frutos, tornam o ambiente mais agradável e contribuem para melhorar a sensação de bem-estar das pessoas.</p>
<p>Por outro lado, a concepção de arborização urbana deve estar ligada com a perspectiva de complementação do ambiente natural do entorno da cidade, ou seja, as espécies plantadas e mantidas devem estar em harmonia com o ecossistema em que o meio urbano está inserido. Num país de grandes dimensões como o Brasil, com diversos biomas, o plantio não deve levar em consideração o fato da árvore ser brasileira, pois uma árvore típica da floresta amazônica plantada na cidade de São Paulo, localizada em meio à mata atlântica, terá efeitos tão negativos como se fossem de outras regiões do globo.</p>
<p><em>Reinaldo Dias é professor universitário, mestre em Ciência Política, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp e especialista em Ciências Ambientais. </em></p>
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		<title>As redes elétricas e a cidade inteligente</title>
		<link>https://sumaumarquitetura.com.br/2018/03/04/as-redes-eletricas-e-a-cidade-inteligente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 02:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[eólica]]></category>
		<category><![CDATA[reúso]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma rede de transmissão ou de distribuição de energia elétrica é constituída por grandes extensões de cabos elétricos e de equipamentos de forma a interligar as fontes de geração de energia ao consumo. A gestão adequada deste sistema, garantindo qualidade no fornecimento de energia, com segurança e continuidade do serviço, requer um eficiente sistema de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma rede de transmissão ou de distribuição de energia elétrica é constituída por grandes extensões de cabos elétricos e de equipamentos de forma a interligar as fontes de geração de energia ao consumo.</p>
<p>A gestão adequada deste sistema, garantindo qualidade no fornecimento de energia, com segurança e continuidade do serviço, requer um eficiente sistema de comunicação com as centrais de controle, supervisão e de medição das empresas distribuidoras.</p>
<p>Nas grandes extensões de rede de energia, desconhecem-se adequadamente suas características e peculiaridades, fato que dificulta ou não permite a gestão adequada de todos os seus elementos e prova perdas, apagões e ineficiência no transporte e distribuição da energia elétrica.</p>
<p>No Brasil existem, em adição, problemas de perdas comerciais, segurança patrimonial nas grandes cidades, com furtos de cabos elétricos de distribuição, e população de baixa renda vivendo em conglomerados urbanos de difícil acesso.</p>
<p>Diante deste cenário, surge a dificuldade de implementar uma tecnologia economicamente viável que forneça a gestão e controle da rede de distribuição de energia elétrica.</p>
<p>A rede inteligente, ou “smart grid”, é uma concepção natural que interliga diversos dispositivos como medidores, sensores, controladores e equipamentos micro processados instalados nos sistemas elétricos. Elementos de telecomunicação se somam à tradicional insta estrutura de rede elétrica com o objetivo de gerenciar, monitorar e supervisionar este sistema.</p>
<p>Este conceito está sendo desenvolvido por diversas empresas concessionárias de distribuição de energia elétrica. Os projetos ainda são experimentais e possuem o apoio do governo através dos programas de pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico.</p>
<p>A integração do sistema de comunicação da rede elétrica, com os serviços públicos de uma cidade, facilitada pela extensa capilaridade da rede elétrica, fornece a infraestrutura básica da cidade inteligente.</p>
<p>A cidade inteligente atenderá o cidadão no fornecimento dos serviços básicos como mobilidade urbana, sinalização eficiente de tráfego urbano, segurança, supervisão do sistema de distribuição de energia.</p>
<p><strong><em>Agostinho Pascalicchio</em></strong><em> é doutor em Ciências pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, mestre em Teoria Econômica pela University of Illinois at Urbana-Champaingn/USA, é professor universitário nas áreas de economia, engenharia econômica e de energia. Desenvolve avaliações de projetos estratégicos para o setor elétrico como o &#8220;intelligrid&#8221; ou &#8220;smart grid&#8221;. Responsável pela avaliação financeira de projetos na Comunidade Européia.</em></p>
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